
A desorganização afeta a vida pessoal e o aproveitamento do tempo, mas também pode doer no bolso.A conta de cartão de crédito vencia dia 15 e não foi paga,a de telefone dia 10 só lembrei hoje. Era para a chave do carro ficar em cima do aparador da sala, mas, misteriosamente, sumiu dali. O encontro com o cliente estava marcado para as 9h, só que o contrato a ser assinado desapareceu em meio à bagunça da mesa de trabalho. A vida de uma pessoa desorganizada costuma ser um catálogo desse tipo de situação – e o que deveria ser corriqueiro acaba se tornando dor de cabeça. Como prejuízo, a perda de dois itens cobiçados: tempo e dinheiro. Na vida financeira, o impacto muitas vezes não fica claro à primeira vista. Mas ser desorganizado pode doer – e muito – no bolso. Esquecer-se de pagar as contas também acarreta gastos a mais. Multas e juros são cobrados do consumidor, apertando o orçamento no fim do mês.– Se não há planejamento para os pagamentos, vai virar uma bola de neve. Cada mês a situação vai se repetir, e o dinheiro seguirá sendo desperdiçado - A desorganização acaba repercutindo no bolso. Muitos não se dão conta de que pagam esse preço.– Esse estilo de vida afeta as finanças de diferentes maneiras. Quantificar ajuda as pessoas a se conscientizarem da importância de adotar novos hábitos há como ter uma ideia de quanto se perde a partir de um cálculo que se baseia em horas produtivas, salário e tempo (entenda os detalhes no quadro ao lado). Se alguém recebe um salário mínimo por mês (R$ 788) e gasta uma hora por dia em razão da desorganização, perdendo tempo procurando documentos, por exemplo, ao fim do mês teria um “desconto” de R$ 49,20. Com um contracheque de R$ 2,5 mil, o prejuízo fica em R$ 156 mensais. – Se pararmos para avaliar, poderíamos aproveitar essas 30 horas perdidas por mês para ler um livro, curtir a família ou trabalhar. Com a desorganização, deixamos de ganhar dinheiro e aproveitar o tempo –
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